Governador
cuja gestão é acusada de promover um esquema de corrupção em contratos de
compra de merenda escolar, o tucano Geraldo Alckmin (PSDB) ironizou neste
domingo 28 as denúncias contra o ex-presidente Lula, que envolve um sítio em
Atibaia (SP); "Acabou o Lulinha paz e amor. Acho que ele está na dele. A
situação não está fácil", completou o tucano, após votar nas prévias do
PSDB que definirão o candidato a prefeito de São Paulo
O
governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), ironizou neste domingo 28 as
denúncias contra o ex-presidente Lula, que envolvem um sítio em Atibaia (SP),
frequentado pelo petista e por sua família.
"Acho
que está na dele. A situação não é fácil. Eu acho que ele está sitiado",
comentou o tucano. "Acabou o Lulinha paz e amor", acrescentou, após
votar nas prévias do PSDB que definirão o candidato a prefeito de São Paulo
pelo partido.
O
governador estava acompanhado do pré-candidato João Doria Jr, quem apoia na
disputa. Os outros candidatos são o vereador Andrea Matarazzo, que tem o apoio
do senador José Serra (PSDB-SP), e o deputado federal Ricardo Trípoli.
Alckmin
também defendeu prévias para definir o candidato do PSDB para 2018. "É
possível, é necessário, é importante" fazer a consulta dos filiados para
definir o candidato, disse o governador.
Ele
é um dos nomes para concorrer à presidência. Outros dois seriam o senador Aécio
Neves (PSDB-MG), derrotado pela presidente Dilma Rousseff nas últimas eleições,
e o senador José Serra (PSDB-SP). As prévias em São Paulo dão a linha para
2018.
O
governo Alckmin vem sendo acusado pelo Ministério Público de realizar um
esquema fraudulento na compra de merenda escolar. Estariam envolvidos no
escândalo o presidente da Assembleia Legislativa, Fernando Capez, e o ex-chefe
de gabinete da Casa Civil, Luiz Roberto dos Santos.
O
Ministério Público acredita ainda que o esquema se ramifique por diversos
órgãos do governo do Estado, além das secretarias de Educação, Agricultura e 22
cidades. Alckmin atribuiu as irregularidades de sua gestão à falta de
fiscalização do governo federal.
Fonte:
brasil247

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