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Rogério Correia chama centrão e ultradireita de ‘Congresso da Devastação’ e alerta sobre riscos

Durante pronunciamento, o deputado afirmou que “é hora de entender o que está em jogo” e criticou alianças entre partidos que ameaçam direitos e instituições.

BVO - Em pronunciamento na Câmara dos Deputados em 15 de outubro de 2025, o deputado Rogério Correia fez duras críticas ao alinhamento entre centrão e ultradireita, afirmando que essas forças representam o “Congresso da Devastação”. Ele acrescentou que “é hora de entender o que está em jogo”, ao alertar para risco de retrocessos em direitos sociais e instituições democráticas.

Declaração sobre o “Congresso da Devastação”

Correia afirmou que alianças com partidos do centrão e da extrema direita colocam em risco avanços conquistados nas últimas décadas. Segundo ele: “centrão e ultradireita representam o Congresso da Devastação”.

“É hora de entender o que está em jogo.”

Contexto político e alianças controversas

A crítica vem em meio a negociações eleitorais intensas, com partidos do centrão articulando apoios mútuos com grupos ultraconservadores. Correia denuncia que isso resultará em reformas com viés de desmonte institucional e retrocesso social.

Exemplos de medidas sob risco

Ele citou cortes em políticas sociais, flexibilização de leis trabalhistas e enfraquecimento de órgãos de fiscalização. Também mencionou o avanço de propostas de anistia para crimes antidemocráticos como uma das prioridades dessas alianças.

Reação parlamentar e base aliada

O discurso gerou repercussão imediata: membros do centrão pediram esclarecimento e tentaram rebater as acusações, enquanto parlamentares de oposição e movimentos sociais apoiaram a fala. Correia ganhou visibilidade entre deputados mais jovens e ativistas presentes no plenário.

Impactos e desdobramentos: A expressão “Congresso da Devastação” pode virar símbolo de mobilização popular e marca de discurso oposicionista. O eleitorado pode passar a avaliar o perfil de partidos pela proximidade com essas forças que Correia critica. Em 2026, alianças políticas serão observadas sob a lente desse discurso. Também haverá atenção às votações controversas — muitas poderão ser interpretadas como atos simbólicos de “desmonte”.


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