Estudo aponta que mulheres entre 15 e 35 anos demonstram maior apoio a pautas sociais, ambientais e de igualdade de gênero
| Jose Cruz/Agência Brasil |
Uma pesquisa realizada em vários países da América Latina apontou que mulheres jovens tendem a ter posicionamentos mais progressistas do que homens da mesma faixa etária.
O levantamento, conduzido por universidades e institutos de opinião pública da região, avaliou temas como igualdade de gênero, meio ambiente, direitos humanos e políticas sociais.
Os resultados mostram que as mulheres de 15 a 35 anos apoiam com mais intensidade políticas de inclusão e defendem maior participação feminina na política.
Entre os homens, prevalece uma visão mais conservadora sobre economia, religião e costumes, segundo os pesquisadores.
De acordo com os autores do estudo, as redes sociais e os movimentos feministas tiveram papel importante na formação das novas gerações.
A pesquisa também observou que o nível de escolaridade e a exposição a informações digitais estão diretamente ligados à inclinação progressista.
Nos últimos anos, a presença feminina em cargos políticos e movimentos sociais cresceu de forma significativa em países como Brasil, Chile e Argentina.
Os pesquisadores afirmam que o fenômeno tende a influenciar as próximas eleições na região e reformular a agenda pública.
Fontes: BBC News Brasil, El País, Folha de S.Paulo
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