Além
da reforma da Previdência, o presidente interino, que age como fixo, já cogita
colocar em pauta a ainda mais polêmica reforma trabalhista, a fim de
flexibilizar a CLT – alterando jornadas de trabalho e salários – para aumentar
a produtividade econômica e diminuir os custos de investimentos dos empresários
Não
bastasse a reforma da Previdência, o governo do presidente interino, Michel
Temer, já cogita colocar em pauta a ainda mais polêmica reforma trabalhista,
com negociações coletivas de jornada de trabalho e salários.
Segundo
reportagem do jornal O Globo deste domingo, estaria sendo cogitada a
flexibilização da CLT, a partir de acordos coletivos, a fim de aumentar a
produtividade econômica e diminuir os custos de investimentos dos empresários.
Os
direitos previstos na Constituição serão assegurados, porém, não da mesma
forma. "Dessa forma, FGTS, férias, previdência social, 13º salário e
licença-maternidade, entre outros, continuarão existindo obrigatoriamente, mas
serão flexibilizados", diz a matéria.
Neste
sábado, a maior central sindical do País, a CUT, voltou a dizer, em nota, que
se recusa a negociar a "retirada de direitos conquistados" com o
governo golpista, ao comentar a reforma da Previdência, e disse que
"sempre alertou que o golpe era contra a classe trabalhadora".
A
presidente afastada Dilma Rousseff também vem dizendo em seus discursos que o novo
governo quer tirar benefícios sociais e trabalhistas conquistados pelos
brasileiros.
Fonte:
plantaobrasil

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