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Haja o que houver, as vozes das ruas não podem calar!



ACRÍSIO SENA: “A VOZ DAS RUAS NÃO PODE CALAR”

O vereador Acrísio Sena pediu, em pronunciamento na Câmara hoje (19), para que os movimentos populares não deixem de cobrar os seus direitos e declarou que a população não está satisfeita com o que vem acontecendo no País nesta gestão interina de Michel Temer. “O que está em curso é o retrocesso geral, as conquistas da última década estão ameaçadas. Não podemos baixar a guarda, a movimentação continua, temos que manter viva essa mobilização”, disse

O vereador Acrísio Sena (PT) ressaltou a importância da mobilização popular para cobrar nas ruas reforma política no país e assegurar o andamento dos planos e projetos desenvolvidos pelo Governo Federal da gestão de Dilma e Lula. Em pronunciamento na Câmara Municipal nesta quinta-feira (19), o parlamentar pediu para que os movimentos populares não deixem de cobrar por seus direitos, e afirmou acreditar que a população não está satisfeita com o que está acontecendo no país, destacando as ações do atual Governo Federal.

“Não acredito que quem lutou e continua lutando pra ter o SUS, ouvir do Ministro da Saúde que é porta-voz dos planos privados, que é preciso desmontar ou desestruturar o SUS no país. Não acredito que vamos ficar calado contra Ministro da Educação, sobre a admissibilidade de cobrar taxa nas universidades públicas no nosso país e suspendendo o Prouni e Fies, sem falar também da suspensão da construção de quase 85 mil unidades habitacionais do Minha Casa Minha Vida”, destacou.

O parlamentar cobrou mais leis de iniciativa popular, como o Ficha Limpa, além de comentar que uma possível reforma política também tem que sair da iniciativa do povo por meio de manifestações.


“Acho que a voz das ruas e o movimento social organizado podem levar a frente a necessidade de debate de uma reforma política no país, porque não tem condição nesse formato que aí está. O que está em curso é o retrocesso geral, as conquistas da última década estão ameaçadas. Não podemos baixar a guarda, a movimentação continua, temos que manter viva essa mobilização, cobrar o movimento que teve ênfase na luta contra corrupção que está calado diante de 10 ministros denunciados pela Lava Jato. Não tem um juiz que lançou pelo menos uma liminar para suspender nomeação, então a voz das ruas não pode calar”, ressaltou.
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