Do brasil247
ACRÍSIO
SENA: “A VOZ DAS RUAS NÃO PODE CALAR”
O
vereador Acrísio Sena pediu, em pronunciamento na Câmara hoje (19), para que os
movimentos populares não deixem de cobrar os seus direitos e declarou que a
população não está satisfeita com o que vem acontecendo no País nesta gestão
interina de Michel Temer. “O que está em curso é o retrocesso geral, as
conquistas da última década estão ameaçadas. Não podemos baixar a guarda, a
movimentação continua, temos que manter viva essa mobilização”, disse
O
vereador Acrísio Sena (PT) ressaltou a importância da mobilização popular para
cobrar nas ruas reforma política no país e assegurar o andamento dos planos e
projetos desenvolvidos pelo Governo Federal da gestão de Dilma e Lula. Em
pronunciamento na Câmara Municipal nesta quinta-feira (19), o parlamentar pediu
para que os movimentos populares não deixem de cobrar por seus direitos, e
afirmou acreditar que a população não está satisfeita com o que está
acontecendo no país, destacando as ações do atual Governo Federal.
“Não
acredito que quem lutou e continua lutando pra ter o SUS, ouvir do Ministro da
Saúde que é porta-voz dos planos privados, que é preciso desmontar ou
desestruturar o SUS no país. Não acredito que vamos ficar calado contra
Ministro da Educação, sobre a admissibilidade de cobrar taxa nas universidades
públicas no nosso país e suspendendo o Prouni e Fies, sem falar também da
suspensão da construção de quase 85 mil unidades habitacionais do Minha Casa
Minha Vida”, destacou.
O
parlamentar cobrou mais leis de iniciativa popular, como o Ficha Limpa, além de
comentar que uma possível reforma política também tem que sair da iniciativa do
povo por meio de manifestações.
“Acho
que a voz das ruas e o movimento social organizado podem levar a frente a
necessidade de debate de uma reforma política no país, porque não tem condição
nesse formato que aí está. O que está em curso é o retrocesso geral, as
conquistas da última década estão ameaçadas. Não podemos baixar a guarda, a
movimentação continua, temos que manter viva essa mobilização, cobrar o
movimento que teve ênfase na luta contra corrupção que está calado diante de 10
ministros denunciados pela Lava Jato. Não tem um juiz que lançou pelo menos uma
liminar para suspender nomeação, então a voz das ruas não pode calar”,
ressaltou.

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