Do clickpolitica
GOLPE
SERÁ DESMASCARADO: Tribunal internacional vem ao Brasil julgar o impeachment de
Dilma em 24 horas; CONFIRA!
“O
Brasil passa por um momento crítico de sua história política e institucional,
com o processo de impedimento contra a Presidente da República Dilma Rousseff,
desencadeado na Câmara dos Deputados e ora em sua face decisória no Senado
Federal.
O
processo de impedimento do Chefe de Estado, no regime presidencialista,
diversamente do que ocorre com o voto de desconfiança no parlamentarismo, deve
ter por pressuposto a demonstração inquestionável da ocorrência de crime de
responsabilidade, atribuído exclusivamente ao Presidente da República.
Os
crimes de responsabilidade no Brasil estão previstos no art. 85 da Constituição
da República e tipificados na Lei nº 1.079, de 10 de abril de 1950.
Conforme
se depreende do enunciado do texto constitucional, os crimes de
responsabilidade são graves infrações administrativas, cometidas dolosamente
contra bens jurídicos diretamente vinculados à estrutura da Constituição e,
consequentemente, do Estado brasileiro.
Como
o procedimento de destituição de um Presidente da República implica drástica
ruptura no processo democrático, consubstanciado em sua eleição livre e
majoritária pelos cidadãos brasileiros, sua consecução não pode se confundir
com puros interesses político-partidários ou resultar de descontentamento de
parte da população ou da oposição em face da forma e do modo de governar do
chefe da nação.
No
mundo de hoje, a ruptura democrática ocorrida em um país como o Brasil não se
resume a questões de política interna. Ao contrário, sua efetivação produz
efeitos também em todo o continente latino-americano e ainda em outros países
com quais mantemos estreitas relações diplomáticas.
A
fim de tornar mundialmente transparente o debate sobre esse processo de
impedimento, que, se não fundado na demonstração da ocorrência de crime de
responsabilidade, se caracteriza como nova modalidade de golpe de estado, os
movimentos sociais brasileiros resolveram instituir na cidade do Rio de Janeiro
um Tribunal Internacional pela Democracia no Brasil.
Para
tanto foram convocados vários intelectuais estrangeiros, da mais alta
qualificação, para comporem um Corpo de Jurados, com a atribuição exclusiva de
julgarem esse procedimento de ruptura democrática.
O
julgamento será desenvolvido em três etapas. Na primeira, serão ouvidas
testemunhas e oferecidas as alegações orais pela acusação e defesa. Na segunda,
cada jurado disporá de 30 minutos para proferir seu voto.
Na
terceira, será prolatada a sentença final, de conformidade com a decisão tomada
pelos jurados.
A
democracia é nosso lema”.
PROGRAMAÇÃO
Abertura:
Dia 19 de julho de 2016, às 18h
Encerramento:
Dia 20 de julho às 12h
Local:
Teatro Oi Casa Grande – Av Afrânio Franco, 290, Leblon, Rio de Janeiro –
http://www.oicasagrande.oi.com.br/
Entrada:
As sessões do Tribunal, com entrada franca, ocorrerão nos dias 19 e 20 de
julho, no Teatro Oi Casa Grande, situado na Av. Afrânio de Mello Franco, 290,
RIO DE JANEIRO.
Programa:
Dia
19/07 (noite)
18:00
– Apresentação do Tribunal
19:00
– Instalação do Tribunal
19:15
– Testemunhas
20:00
– Acusação
21:00
– Defesa
22:00
– Suspensão dos trabalhos
Dia
20/07 (manhã)
09:00
– Reabertura dos Trabalhos
09:30
– Início dos votos dos juízes
12:00
– encerramento dos votos
12:30
– clausura para deliberação
14:00
– pronuncia da sentença
14:30
– coletiva de imprensa
Presidente
do Tribunal: Juarez Tavares
Acusação:
Nilo Batista
Defesa:
Margarida Lacombe
Testemunhas
da acusação
1)
Doutor Geraldo Prado
2)
Jacinto de Miranda Coutinho
3)
Tânia Oliveira
Testemunhas
da defesa
1)
Juliana Neuenschwander
2)
Magda Biavaschi
3)
Rogerio Dultra dos Santos
JURADOS:
Adolfo
Perez Esquivel (ARGENTINA) – Vencedor do Nobel da Paz em 1980
Almudema
Barnabeu (ESTADOS UNIDOS) – Advogada internacional, escritora e diretora do
Programa de Justiça de Transição do Centro de Justiça e Responsabilidade (CJA).
Vencedor do Prêmio Letelier-Moffitt de Direitos Humanos de 2015).
Azadeh
N. Shahshahani (ESTADOS UNIDOS/IRAQUE) – Proeminente advogada de direitos
humanos dos Estados Unidos, especializada na defesa de direitos humanos de
imigrantes muçulmanos, do Oriente Médio e em comunidades do Sul da Ásia. Autora
de diversos livro de impacto internacional.
Bispo
Raul Veras – (MÉXICO) – Frei dominicano e bispo mexicano, desde 2000 está à
frente da diocese de Saltillo, México. Em 2012 Candidato ao Prêmio Nobel da Paz
pelo seu trabalho a favor dos direitos humanos no México.
Gerardo
Pisarello (ESPANHA/ARGENTINA) – Escritor hispano-argentino, Doutor em Direito e
professor de Direito Constitucional na Universidade de Barcelona. Vicepresidete
do Observatório DESC e membro do Conselho da Relação da Revista Sin Permiso.
Atualmente nomeado primeiro vice-prefeito e vereador responsável pela área do
Trabalho, Economia e Planejamento de Barcelona, após as eleições de junho de
2015 (Partido/frente: Barcelona en Comú).
Giovanni
Tognoni (ITÁLIA) – Membro do Tribunale permanente dei Popoli (TPP) inspirado
pelo Tribunal Russell, composto por juristas, escritores e outros intelectuais
e que se expressa sobre questões de violação dos direitos humanos e os direitos
dos povos de todo o planeta. Foi criado pela Fundação Internacional Lelio Basso
pelos Direitos e pela Libertação dos Povos (FILB), fundada em 1976, e na
sequência da Declaração Universal dos Direitos dos Povos (também conhecido como
a Carta de Argel).
Jaime
Cárdenas Gracia (MÉXICO) – Advogado, político e acadêmico mexicano, ex deputado
federal pelo Partido Trabalhista , doutor em Direito pela Universidade Nacional
Autônoma do México,e da Universidade Complutense de Madrid. Professor convidado
em varias universidades (Visiting Fellow na Universidade de Yale e Pesquisador
Visitante na Universidade de Georgetown. Recebeu vários prêmios e
reconhecimentos e foi convidado como um perito na instalação da Assembleia
Constituinte na Bolívia em 2006.
Laurence
Cohen (FRANÇA) (a confirmar) – Senadora francesa, membro do Partido Comunista
Francês, trabalha temas ligados ao feminismo e aos direitos das mulheres.
Maria
José Farinas Dulce (ESPANHA) – Professora catedrática em filosofia do direito
na Universidade Carlos III em Madrid, especialista em temas de globalização
econômica e direitos humanos, autora de diversos livros e uma das grandes
especialistas em sociologia jurídica ibero-americana.
Walter
Antillón Montealegre (COSTA RICA) – Jurista e acadêmico costarricense,
Co-fundador da Escola de Ciência Política da Universidade da Costa Rica, onde
ele trabalhou como professor de direito e ciência política e que detém
benemeritazgo.1 foi eleito candidato à vice-presidência pelo partido Frente
Ampla nas eleições de 2014.
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Política com o D. Progressista

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