Colegiado livra o deputado de punição e amplia suspeitas sobre proteção política no Congresso
NOS ESTADOS UNIDOS - Eduardo: novo cargo protege o filho do ex-presidente de processo de cassação por ausência (//Reprodução)
O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados decidiu nesta quarta-feira, 22 de outubro de 2025, arquivar o processo que poderia levar à cassação do mandato de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), acusado de atuar a partir dos Estados Unidos contra instituições brasileiras e de abandonar suas funções no Brasil. A decisão reacende críticas sobre impunidade e decoro parlamentar. Fonte: Câmara dos Deputados
Ausência e proteção
Desde que deixou o Brasil, Eduardo Bolsonaro tem mantido agenda nos EUA e participado de transmissões em que ataca o STF e o sistema eleitoral. O caso motivou representações por quebra de decoro. Fonte: Estadão
Arquivamento sob críticas
O Conselho de Ética avaliou não haver elementos suficientes para a cassação, apesar de vídeos e falas públicas do deputado. Especialistas apontam contradição entre o discurso de moralização e a prática corporativista. Fonte: G1 Política
Reação pública
Juristas e movimentos sociais classificaram a decisão como “vergonhosa” e “conivente”. Para analistas, o episódio amplia o descrédito do Parlamento ao proteger seus membros mesmo diante de evidências públicas. Fonte: Folha de S.Paulo
Mandato remoto e deboche institucional
Nos EUA, o deputado chegou a cogitar uma candidatura “virtual” à Presidência, o que críticos chamam de deboche institucional e desrespeito aos eleitores brasileiros. Fonte: Carta Capital
Silêncio do plenário
O plenário da Câmara não avançou em medidas disciplinares. O arquivamento reforça a leitura de autoproteção legislativa e enfraquece o controle ético interno. Fonte: Congresso em Foco
Precedente perigoso
Permitir que um parlamentar se ausente do país, ataque instituições e mantenha mandato sem punição cria um precedente que corrói a credibilidade do Congresso e do Brasil no exterior. Fonte: O Globo
Risco para a democracia
A decisão mina a confiança da sociedade nas instituições e amplia a sensação de impunidade. Cobrança por transparência, presença e responsabilidade parlamentar deve se intensificar. Fonte: UOL Notícias
Palavras-chave: Eduardo Bolsonaro, Conselho de Ética, cassação, decoro parlamentar, impunidade
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