Ministro Alexandre de Moraes autorizou diligências que indicam envolvimento direto do pastor em campanhas digitais contra ministros da Suprema Corte
IMAGEM: WEB
BVO - A Polícia Federal identificou indícios de que o pastor Silas Malafaia teria participado da coordenação de ataques sistemáticos contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O relatório faz parte de inquérito autorizado pelo ministro Alexandre de Moraes e aponta conexões entre publicações, grupos de mensagens e campanhas digitais financiadas para descredibilizar a Corte e seus integrantes.
Origem da investigação e conteúdo apurado
De acordo com fontes ligadas à PF, a apuração teve início após o rastreamento de postagens e vídeos disseminados por perfis ligados a grupos religiosos e políticos radicais. Os investigadores analisam indícios de financiamento e articulação digital para propagar ataques e convocar atos antidemocráticos.
Depoimentos e provas coletadas
Mensagens interceptadas mostram coordenação entre influenciadores, militantes e lideranças religiosas. A investigação busca determinar se houve incentivo à desobediência institucional e à incitação contra o STF e o Congresso Nacional. O pastor ainda não se manifestou oficialmente.
Contexto político e reação pública
A investigação reacende o debate sobre o papel das lideranças religiosas na política e os limites entre liberdade de expressão e incitação ao ódio. O STF reforçou que ataques a instituições democráticas configuram crime contra o Estado de Direito.
Fontes
- G1 — “PF investiga Silas Malafaia por supostos ataques organizados ao STF” (20/10/2025)
- O Globo — “Relatório da PF cita atuação de Malafaia em rede de ataques virtuais contra o Supremo” (20/10/2025)
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