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Lula defende criação de pacto internacional contra a fome em parceria com países do Sudeste Asiático

 

Presidente brasileiro propõe fortalecer a cooperação Sul-Sul e ampliar programas de segurança alimentar entre nações em desenvolvimento

IMAGEM: REPRODUÇÃO WEB

Durante discurso na cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), em Kuala Lumpur, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva propôs a formação de uma aliança global para erradicar a fome, com foco em países da Ásia, África e América Latina. Segundo o Brasil 247, a iniciativa foi bem recebida pelos líderes presentes e deverá integrar uma nova frente de cooperação internacional entre economias emergentes.

Lula afirmou que o combate à fome deve ser tratado como prioridade planetária e defendeu ações conjuntas em tecnologia, agricultura sustentável e distribuição de alimentos. “Nenhum país pode enfrentar esse desafio sozinho”, declarou, segundo a CNN Brasil.

A proposta brasileira prevê a criação de fundos multilaterais para financiamento de políticas de segurança alimentar, além de programas de capacitação técnica e transferência de tecnologias agrícolas. O presidente também ressaltou o papel do Programa Fome Zero como modelo a ser compartilhado com outras nações em desenvolvimento.

De acordo com o G1, Lula disse que a fome é “o maior fracasso moral da humanidade” e convidou os países da ASEAN a participarem de um plano conjunto para reduzir a insegurança alimentar até 2030.

A BBC Brasil destacou que o discurso foi acompanhado com atenção pelos líderes da Indonésia, Malásia, Vietnã e Filipinas, e que a proposta de Lula foi vista como uma tentativa de reconectar o Brasil à agenda humanitária global.

O Itamaraty informou que o Brasil pretende organizar, em 2026, uma conferência internacional sobre combate à fome e desenvolvimento sustentável, em parceria com a FAO e a ONU.

Especialistas em relações internacionais afirmam que a iniciativa reforça o papel histórico do Brasil como articulador de políticas sociais em escala global, recuperando protagonismo perdido em anos anteriores.

Fontes: Brasil 247, CNN Brasil, G1, BBC Brasil.

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