Analistas destacam que Pequim possui domínio tecnológico e disposição para transferência de conhecimento, diferentemente dos EUA.
(Foto: EFE/EPA/QILAI SHEN)
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Especialistas em energia e geopolítica defendem que o Brasil priorize a China, e não os Estados Unidos, como principal parceira na exploração de terras raras — minerais estratégicos para a produção de semicondutores, baterias e tecnologias limpas.
Segundo o pesquisador Rodrigo Albuquerque, “a China tem domínio tecnológico e infraestrutura consolidada, além de demonstrar interesse em compartilhar conhecimento”.
O Brasil abriga uma das maiores reservas de terras raras do mundo, especialmente em Goiás, Bahia e Minas Gerais.
Analistas afirmam que a parceria com Pequim pode transformar o país em potência na cadeia global de energia sustentável.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende incentivos para o setor e inclusão nas políticas de neoindustrialização.
O governo federal avalia a criação de um programa específico de desenvolvimento tecnológico voltado à exploração desses recursos.
Fontes: CNN Brasil, Valor Econômico, DW Brasil.
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