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Haddad anuncia justiça tributária: “Pobre no orçamento, rico no Imposto de Renda” vira prioridade máxima

 

No evento ao lado de Lula em São Bernardo do Campo, ministro da Fazenda reforça compromisso com equilíbrio fiscal e faz recado ao “andar de cima”

(Foto: REUTERS/Mateus Bonomi)


BVO O quê: reforço da proposta de reequilíbrio do sistema tributário com foco na carga para os ricos e proteção aos trabalhadores; Quem: o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falando ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva; Quando: sábado, 18 de outubro de 2025; Onde: São Bernardo do Campo (SP); Por quê: colocar na prática a diretriz de campanha de distribuição de riqueza e justiça fiscal — “pobre no orçamento, rico no Imposto de Renda”.

O recado direto ao “andar de cima”

Haddad afirmou com firmeza: “O presidente Lula determinou: ‘Haddad, vou te convidar para ser ministro da Fazenda, mas você tem que me prometer uma coisa: vamos realizar meu slogan de campanha: pobre no orçamento e rico no Imposto de Renda. Essa turma tem que pagar imposto’. É isso que está mudando e é isso que incomoda”. :contentReference[oaicite:2]{index=2}

Por que isso importa para o trabalhador brasileiro

Historicamente, a carga tributária brasileira pesa mais sobre quem ganha pouco. A proposta de reequilíbrio tributário busca ampliar faixa de isenção, reduzir impostos para os que menos têm e aumentar a tributação sobre lucros, dividendos e grandes fortunas — medida chave para redistribuir renda e preparar o país para mais investimento social.

Como vai funcionar na prática

A agenda inclui revisão das faixas do Imposto de Renda, tratamento diferenciado para rendas do capital, e maior participação dos recursos públicos no orçamento social. A meta central: garantir que uma parte significativa do orçamento público vá para saúde, educação e assistência social, não para interesses concentrados.

Contexto político-econômico e histórico

Este anúncio vem em momento de retomada das políticas de esquerda no Brasil: o governo Lula-Haddad tenta se distanciar de fórmulas de austeridade e favorecimento empresarial. A afirmação de que o orçamento deve priorizar o pobre e que o imposto deve atingir os ricos sinaliza uma virada clara de paradigma.

Impactos esperados para o país

Se implementada, a medida pode elevar o investimento público em programas sociais, reduzir desigualdade e fortalecer cidadania econômica. Para o trabalhador, significa-se-lhe que o “peso” dos impostos pode diminuir, enquanto para os ricos significa que “escapar” da tributação ficará mais difícil. O desafio será garantir transparência e eficácia para que o dinheiro vá ao povo.

Fontes

• Brasil 247 — “Pobre no orçamento incomoda o ‘andar de cima’, diz Haddad” (18.out.2025) 

• Jornal TVLNews — “Ministro reforça proposta de reequilibrar sistema tributário brasileiro” (18.out.2025) 

• Ministério da Fazenda — registro de compromisso 

 

Este conteúdo segue nosso Manifesto Editorial .
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