Segundo o governo, maioria dos mortos possuía histórico criminal; especialistas pedem investigação independente.
IMAGEM:REPRODUÇÃO WEB
A Polícia Civil do Rio de Janeiro afirmou nesta sexta-feira (31) que 42 das 99 pessoas mortas durante a operação nos complexos da Penha e do Alemão tinham mandados de prisão em aberto.
Os dados foram divulgados após forte repercussão nacional sobre o número de vítimas da ação, considerada uma das mais letais da história do estado.
O secretário de Segurança Pública defendeu a operação, alegando que “as forças agiram dentro da legalidade e com base em informações de inteligência”.
Entidades de direitos humanos, no entanto, contestam a narrativa e afirmam que “o alto número de mortos revela despreparo e descontrole”.
O Ministério Público estadual anunciou que abrirá um inquérito para apurar eventuais excessos.
Para especialistas, o episódio reforça a necessidade de uma política de segurança voltada à prevenção e não apenas à repressão.
As famílias das vítimas pedem transparência e punição de agentes envolvidos em abusos.
Fontes: CNN Brasil, Folha de S.Paulo
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