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Com Margem Equatorial, Brasil mira topo da produção de petróleo; Ibama libera perfuração pioneira

 
Nova fronteira pode sustentar oferta acima de 5 mi bpd na próxima década se houver reservas; licença sai às vésperas da COP30
Sonda usada pela Petrobras na Bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial Divulgação/Foresea/Petrobras

Macapá/Rio, 21.out.2025 — A autorização do Ibama para perfuração exploratória na Foz do Amazonas abriu caminho para testar o potencial da Margem Equatorial, que, se confirmadas reservas, pode manter a produção brasileira acima de 5 milhões de barris/dia e aproximar o país do grupo dos maiores produtores do mundo. A medida veio após reforço de exigências ambientais e amplia o debate sobre transição e segurança energética. 

Potencial econômico e cadeias de valor

O avanço exploratório traz efeitos multiplicadores em conteúdo local, serviços e arrecadação — especialmente no Amapá. A decisão também responde ao risco de declínio da oferta a partir de 2031 sem novas frentes, segundo projeções de mercado e energia.

Debate ambiental: críticas e respostas

Organizações criticam a licença por ocorrer às vésperas da COP30; o governo e a Petrobras defendem rigor técnico e monitoramento de fauna, resgate e contingência. O histórico inclui recomendações técnicas contrárias no passado e reforço dos planos de resposta pela estatal. 

Fontes

Reuters — licença e controvérsia; Reuters — histórico técnico do Ibama; CNN Brasil — risco de declínio.

Impacto: Se houver confirmação de volumes, a Margem ajuda a ancorar produção, empregos e receitas, exigindo mitigação ambiental constante e governança transparente.



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