Taxa recorde de faltas preocupa educadores e acende alerta sobre inclusão e desafios logísticos
Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
A abstenção de 27% dos inscritos no primeiro dia do Enem 2025 gerou preocupação entre educadores, autoridades do MEC e especialistas em políticas educacionais. Dados de G1 e Agência Brasil destacam que o índice é um dos maiores já registrados e pode sinalizar dificuldades de acesso, exclusão social e falhas na organização da prova.Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil
Estudantes relataram falta de transporte, problemas de saúde e insegurança quanto ao formato do exame. Movimentos estudantis pressionam por revisão do calendário, apoio psicológico e políticas de incentivos para garantir a participação nas próximas etapas do Enem.
O MEC anunciou medidas de acompanhamento e prometeu transparência na apuração de dados, além de estudar ampliação de estratégias para reduzir o impacto das ausências nos resultados finais. A taxa elevada provocou críticas de especialistas quanto ao alcance social do Enem como ferramenta democrática de seleção para o ensino superior.
O debate sobre abstenção reacende discussões sobre desigualdade educacional, infraestrutura escolar e priorização de investimentos no ensino público brasileiro.
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