Brasil apresenta modelo integrado para soluções sustentáveis e proteção estratégica
(Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
A COP30 elevou um novo debate ao centro das discussões: o conceito de ESG², que integra clima, economia, segurança e geopolítica no planejamento sustentável. O modelo, apresentado pelo Brasil, foi amplamente repercutido na mídia nacional e internacional — com análises em Agência Brasil e Reuters. ESG² propõe que empresas e governos ampliem suas agendas para além dos clássicos critérios ambientais, sociais e de governança, incluindo também mecanismos de defesa estratégica e soberania.(Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
Foram organizados painéis, rodadas de negócio e reuniões técnicas para explorar os impactos do paradigma sobre cadeias produtivas, investimentos multilaterais e políticas públicas. Especialistas elogiaram o avanço brasileiro, afirmando que o ESG² pode antecipar riscos, oferecer maior estabilidade e ser referência para países emergentes em crise política ou climática. A integração abre espaço para regulação inovadora do setor produtivo e estimula adequação dos mercados.
Empresas de energia, agricultura e infraestrutura estudam adoção do modelo, visando alavancar reputação internacional e acessar incentivos do governo. Movimentos ambientais demandam fiscalização robusta para impedir distorções e garantir participação da sociedade. O Brasil, ao liderar o debate, consolidou imagem de país progressista, resiliente e protagonista do enfrentamento climático.
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